A filosofia do “Less is More”, celebrizada pelo arquiteto alemão Ludwig Mies van der Rohe no século passado, ganhou praticantes em todas as áreas, da indústria de decoração à propaganda. Neste exato momento, um milhão de criativos deve estar a dizer “menos é mais” com a maior cara de inteligente, em defesa de um layout com extrema economia de elementos, cores e imagens. “Menos é mais” serve pra tudo, virou chavão no jornalismo, na música, nas artes. A questão é que usar em campanhas publicitárias esse tipo de expressão, alterando seu sentido original, funciona bem até hoje. Estes anúncios da Lew´Lara\TBWA para o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente são um bom exemplo. Invertem a máxima “Menos é Mais” para “MAIS É MENOS” e arquitetam um raciocínio segundo o qual mais carros resultam em menos ar puro, mais poluição significa menos vida etc. Boas peças. Essa ilustração lembrando massinha num layout com pouquíssimos elementos (uma direção de arte MENOS) deixa a mensagem ainda MAIS forte, destaca com simplicidade e beleza as consequências do consumo exagerado. Coisa de dar culpa em quem troca de celular todo mês ou nunca sai de casa sem carro.
Criativos: Roberto Kilciauskas e Pedro RosaDiretores de Criação: Victor Sant'Anna, Felipe Luchi, André Laurentino e Jaques Lewkowicz
Art Buyer: Giuliano Springhetti
Ilustrador: Seagulls Fly


















Qual a cor da caixa preta de um avião?
Que país fabrica os famosos chapéus Panamá?
Em que mês os russos celebram a Revolução de Outubro?







